quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Resenha: Dezenove Luas, Kami Garcia e Margaret Stohl

Finalmente terminei de ler Dezenove Luas. E devo dizer que foi o livro que mais me emocionou.
Kami Garcia e Margaret Stohl deram o máximo delas mesmas, pois o livro ficou MARAVILHOSO, tem simplesmente o melhor casal de todos os livros que já li. É um livro divertido e que com certeza irá te emocionar no final.
Acompanhamos Ethan depois que ele pula da torre de água e ele é um FANTASMA, isso mesmo! Ethan está no cemitério, só que ao invés de túmulos existem casas. E Ethan não está sozinho em sua casa. Finalmente conhecemos Lila Evers, a mãe de Ethan. Tia Prue leva Ethan para conhecer um velho que diz para Ethan uma coisa surpreendente. Ele pode voltar para a casa, com uma condição tirar a página de sua morte do livro As Crônicas Conjuradoras o que não será fácil, levando em conta que o livro está no Registro Distante.
A edição novamente é muito caprichada. Dessa vez não temos as habituais datas, pois o tempo no Outro Mundo não é igual ao nosso. O romance é muito bem construido, o livro consegue até tirar umas lágriminhas no final.

Por isso Dezenove Luas é um Livro de Ouro, como é o último livro de uma série resolvi dizer que Beautiful Creatures é uma Série de Prata. É com muito prazer que termino minha leitura da série!

Vinícius Oliveira

domingo, 1 de dezembro de 2013

As Crônicas de Tannaty: Início do Projeto

As Crônicas de Tannaty será um novo projeto meu. Pra começar não serão crônicas propriamente ditas, serão contos sobre um reino fantástico. Essa semana eu postarei o primeiro conto. Espero que gostem dos contos.

Vinícius Oliveira

Resenha: Cidade dos Ossos, Cassandra Clare + Filme

Cidade dos Ossos é o primeiro volume da série Os Instrumentos Mortais, publicado aqui no Brasil pela editora Galera Record.

O livro é uma fantasia sobrenatural, a personagem principal é uma adolescente comum de Nova York, Clary Fray não queria nada, a não ser aproveitar a noite na balada, apesar de seu amigo Simon não estar gostando da noite, adolescentes com roupas estranhas aparecem e levam um garoto bonitinho que Clary estava paquerando para uma sala e lá o matam. Realmente o primeiro encontro entre Clary e Jace não poderia ser pior.
A edição da Galera é razoável, capa bonita, diagramacão boa, tradução sem reclamações, a falha realmente fica na impressão, parece que as letras foram carimbadas nas páginas, letras comidas, pontuações inexistentes e a pior (na minha opinião) falta de travessões. Eu realmente acho que a Galera poderia ter feito melhor.
Minha opinião sobre o livro é simples, uma fantasia incrível que é mais que um simples livro. Uma estória maravilhosa e uma edição que não combina, ainda não li outros livros da editora, a não ser as continuações de Cidade dos Ossos: Cidade das Cinzas e Cidade de Vidro.
Por isso e muito mais é, na minha opinião um Livro de Bronze.

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Como um filme em si não é muito bom não, mas como sou Shadowhunter não poderia perder e minhas expectativas foram massacradas, é uma péssima adaptação, a caracterização dos atores não me agradou muito, no livro diz que Clary tem o cabelo ruivo e não aquele tom de vinho escuro, a Isabelle é muito mais alta que a Clary, ah, mas isso é bobagem vamos colocá-las do mesmo tamanho. Mas nenhum desses erros se compara à Valentim, um homem alto, forte e de cabelos prateados, quase brancos. Mas não, vamos colocar esse magrelo com dreds e o PIOR, com cabelos pretos! Ah, tenha santa paciência, eu não gostei da adaptação e certamente não assistirei o segundo nos cinemas, prefiro ficar apenas com os livros, que são perfeitos. Por isso Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos é uma Adaptação de Chumbo.

Vinícius Oliveira  

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Resenha: A Invenção de Hugo Cabret, Brian Selznick

A Invenção de Hugo Cabret é um livro americano escrito por Brian Selznick, publicado aqui no Brasil pela Edições SM.

O livro é ambientado na França dos ano 1930. Hugo Cabret é um garoto orfão, que trabalha regulando os relógios em uma estação de trem em Paris, mas precisa roubar para viver, e é nisso que ele é pego, roubando peças de brinquedos da banca de um velho. Como ele irá fazer para escapar?
O livro é muito bem escrito, são 500 e poucas páginas que não chegam a durar uma semana sequer, obviamente as lindas ilustrações ajudam, mas também, a diagramação é gigante, uma coisa que eu acho que deixou o livro muito bonito. Eu conheci o livro pelo filme, me arrisco dizendo que essa é a adaptação mais fiel que eu já assisti. Hugo é um menino muito carismático e legal, de fácil identificação por ser um menino muito maltratado.
A edição do livro é muito boa! Capa muito bonita, tradução boa e como já disse excelente diagramação. Não tenho reclamações quanto a edição.
Eu adorei a história, é bem construída, os personagens também têm muito boa finalização e não podemos nos esquecer dos desenhos, parecem ser desenhados com grafite, típico da época em que o livro é passado.

Por esses e muitos outros motivos eu acho que A Invenção de Hugo Cabret merece ser considerado um Livro de Ouro. Eu sou simplesmente fã desse livro, leio, releio e recomendo muito!
Vinícius Oliveira

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Son of Queen - Sinopse

Como prometido, hoje segunda-feira irei postar a sinopse da minha fanfic.

Rey Venedo, era um aluno diferente dos outros, não só por causa de seu TDAH e o déficit. Descendente de italianos, uma família rica, mora na alta Manhattan e estuda próximo de Long Island.
Estava tudo bem, dois anos no mesmo colégio, sem arrumar confusão, até que aqueles caras apareceram, três metros de altura e um olho só. Correr toda a costa de Long Island não é legal, ainda mais com dois gigantes atrás de você.
Descobrir que você é filho da deusa mais odiada do acampamento também não é uma maravilha. O titã Cronos ameaça o acampamento, a única solução é ir em uma missão suicída. Como escapar disso?

Essa é a sinopse, infelizmente o primeiro capítulo só será postado mês que vem. Espero que tenham gostado da sinopse e espero que gostem mais ainda da fanfic.

Vinícius Oliveira

sábado, 19 de outubro de 2013

Resenha: A Casa de Hades, Rick Riordan

A Casa de Hades, com certeza o livro mais esperado para o mês de outubro.

Logo que recebi o livro quase tive um infarto, a capa e a edição é maravilhosa, mas a tradução (coisa que não é o forte da Editora Intrínseca) se superou, ficou realmente um lixo, trabalho porco da editora. O que compensa realmente é a estória. E a melhor dos quatro da série, Percy e Annabeth estão no Tártaro, obviamente têm que sair de lá, mas como? Do outro lado Jason, Piper, Leo, Hazel, Frank e Nico têm que chegar a Épiro e fechar as Portas da Morte. O livro é narrado por todos os sete da profecia, para falar a verdade senti falta de uma narração do Nico, mas infelizmente isso não foi possível. Tio Rick está mais maduro e isso é uma coisa boa, pois sua escrita amadurece junto com ele. Se me pedissem para dar três adjetivos para A Casa de Hades eu escolheria esses: fantástico, maduro e engraçado.

Seria um livro perfeito, se eu tivesse com a edição americana, pois a brasileira... sem comentários como já disse a tradução realmente ficou MUITO ruim. Se fosse pelo aspecto da estória seria um Livro de Prata, mas como tenho que levar todos os outros aspectos em consideração A Casa de Hades é um Livro de Bronze.

Vinícius Oliveira

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Fanfics: Começo do projeto

Decidi finalmente que irei compartilhar minhas fanfics com vocês, será um projeto que obviamente começará mais futuramente, mais ou menos no mês que vem. A primeira fic que irei apresentar à vocês se chama: Son of Queen. É uma fanfic sobre Percy Jackson, a estória, infelizmente vocês ainda não terão acesso... até segunda-feira.

Espero que minhas fics agradem todos vocês, até a próxima.

Vinícius Oliveira

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Resenha: O Hobbit, J. R. R. Tolkien


O Hobbit é mais uma obra prima de J. R. R. Tolkien, o enredo é bem simples (nada parecido com o filme) Tolkien nos conta uma história que é basicamente essa: Gandalf, o Cinzento visita Bilbo Bolseiro, um hobbit normal, e traz junto com ele doze anões que convidam Bilbo para se juntar à eles em sua jornada, recuperar o castelo e o tesouro do temível dragão Smaug.
Se você quiser descobrir se Bilbo aceita, isso é só lendo o livro.

O livro foi publicado aqui no Brasil pela WMF Martins Fontes, existem várias edições do livro, a minha particularmente eu acho a mais bonita. Vejam a capa:


A diagramação do livro é boa, espaçamento também, já a tradução merece ser destacada, com toda certeza a editora WMF Martins Fontes é uma das melhores em tradução no Brasil.
A minha opinião sobre o livro é uma das mais simples possível, O Hobbit é uma obra maravilhosa, é um pouco mais inocente que O Senhor dos Anéis, pois não vemos o mal frente à frente. Se eu tivesse que indicar um ponto negativo seria a demora na leitura, os milhares de detalhes, as descrições bem trabalhadas deixam o livro um pouco mais lento, mas eu digo: vale muito apena ler.


Por causa disso e muito mais O Hobbit, livro de J. R. R. Tolkien é considerado um Livro de Ouro. Espero que tenhan gostado da resenha, siga o blog e também curta nossa página no Facebook.
Vinícius Oliveira

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Resenha Especial: Os Heróis do Olimpo, Rick Riordan

A Casa de Hades quarto volume da série Os Heróis do Olimpo está para chegar, por isso resolvi resenhar os três volumes anteriores.

O Herói Perdido é o primeiro volume da série, ele nos apresenta Jason (eca!), Piper (eca!) e Leo (eba!). Jason acorda em um ônibus escolar sem memória alguma, mas Piper e Leo o conhecem (ou acham que conhecem), mas a surpresa: os três são... semideuses e são atacados por monstros na viagem escolar, mas o professor de educação fisíca os ajuda, eis outra surpresa Hodge é um sátiro e os leva até o Acampamento Meio-Sangue, onde eles terão que ir para uma missão.
Até que um livro bem legal, mas é inferior aos outros dois seguintes. O destaque do livro com certeza é Leo, um personagem engraçado, magricela e sempre o excluído. Jason e Piper são a parte chata do livro, e os dois narram o livro, Jason se acha o líder, o todo poderoso e Piper passa metade de seus capítulos falando como Jason é incrível, como ele é bonito e bla bla bla. Como já disse os capítulos narrados por Leo são os que salvam o livro.



O Filho de Netuno é o segundo volume da série, nele os três narradores são: Percy, Hazel e Frank (que serão apresentados neste livro). A estória começa com Percy sendo perseguido por duas górgonas, no meio disso ele encontra Juno (Hera na versão romana) que a pede para levá-la até o Acampamento Júpiter (versão romana do Meio-Sangue) onde ele encontra Hazel e Frank dois romanos que Percy logo faz amizade, no meio da festa em comemoração a um jogo que eles fizeram aparece o deus Marte (Ares romano) e diz que eles têm que ir para uma missão, nessa missão muitas coisas importantes serão reveladas. 
O livro é bem legal, os três narradores são bem legais e também são muito misteriosos, mais um atrativo que te prende no livro. Não tenho muito mais a falar sobre esse livro.



A Marca de Atena, o terceiro volume, de longe é o melhor já lançado. Nesse volume somos apresentados ao Argo II, barco voador criado por Leo Valdez, os semideuses terão de ir até Roma resgatar Nico di Angelo de dois gigantes gêmeos filhos de Gaia e também impedí-los de destruir as raízes dos deuses, mas eis a questão irão conseguir?
O livro é narrado por Annabeth, Piper e Leo. Os capítulos narrados pela Annabeth são demais, porque, tipo ela é a Annabeth, os do Leo também não deixam à desejar, já os capítulos da Piper estão mais chatos do que nunca, estou lendo um livro porque quero ver sobre deuses e monstros se quisesse um romance chato e idiota assistiria Malhação.

A edição dos três livros é boa, as capas são perfeitas, a tradução como sempre está apenas aceitável, diagramação e espaçamento bons. Nada mais.

Os três livros na minha opinião são Livros de Prata. Espero que tenham gostado dessas resenhas, e assim que eu ler A Casa de Hades podem esperar uma resenha muito bem feita.

Vinícius Oliveira

domingo, 29 de setembro de 2013

Coluna - Literatura Nacional


Literatura nacional realmente é ruim? A resposta é: óbvio que não. Para falar a verdade eu fujo dos clássicos, procuro coisas novas da nossa literatura, como eu gosto de fantasia, um gênero não muito aproveitado no Brasil, fica difícil achar um livro que me agrade, mas quando encontro esse livro se torna meu queridinho. Um livro nacional que eu estou morrendo de vontade de ler, mas não posso é A Ilha dos Dissidentes, da autora Bárbara Morais. Esse foi um dos poucos livros nacionais que realmente conseguiu chamar minha atenção e com toda a certeza lerei ele até o ano que vem. Mas voltando ao assunto da coluna, a literatura brasileira é rica em diversos gêneros, mas são os clássicos que chamam a atenção lá fora, Machado de Assis, Graciliano Ramos, Paulo Coelho, entre muitos outros. Mas agora ao meu gênero favorito: fantasia, até que existem alguns bons livros, mas o que mais se destaca é a trilogia Dragões do Éter do autor Raphael Draccon, que amante de fantasia nunca ouviu falar desse livro? Acho difícil. 
A literatura brasileira é rica, só que essa riqueza não é muito bem aproveitada pelas editoras e muito menos aproveitada pelos leitores, então dê uma chance a literatura do seu país.


Vinícius Oliveira

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Coluna - Livros grossos ou finos?

Eis uma frase: Entre os livros os mais gordos são bem vistos.
Vocês concordam com essa frase? Essa frase está errada, pelo menos para mim. Do que adianta o livro ser grosso e maçante. Uma comparação: livro fino: Harry Potter e a Pedra Filosofal X livro grosso: Cinquenta tons de cinza.
Qual livro vocês acham que tem o melhor conteúdo? Uma pergunta retórica.
Mas voltando ao assunto da coluna, qual livro é melhor, o fino ou o grosso? Nenhum dos dois, já ouviram o ditado tamanho não é documento? Se o livro for bem escrito não importa o tamanho, seja um Desventuras em Série ou um Guerra dos Tronos. E também não faz diferença o tamanho do livro com o tempo de leitura. Por exemplo, O Senhor dos Anéis é um livro médio, nem grosso nem fino, já Cidade dos Ossos (Os Instrumentos Mortais) é um livro grosso. O Senhor dos Anéis (qualquer um dos três), um livro todo detalhado e trabalhado, obviamente é um livro demorado de se ler, já Cidade dos Ossos, mas rápido de se ler.
Então, na verdade, o que importa é como o livro é escrito. O que vocês acham? Concordam comigo? Comentem suas respostas e deixem sugestões de postagens para o blog.

Vinícius Oliveira

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Resenha: A menina que roubava livros

Que leitor nunca ouviu aquela piadinha: "Eu te indico 5 livros: A menina que roubava, os outros quatro ela roubou". Esse livro realmente é emocionante! Confira a resenha:

A edição da Intrínseca realmente é muito boa (levando em conta que esse foi o primeiro livro de sucesso da editora), a tradução realmente é boa, a diagramação da edição econômica (a que eu tenho) é aceitável, levando em consideração que é uma edição econômica e o que mais me chamou a atenção é que as páginas são amarelas.
A estória se passa na época da Segunda Guerra Mundial, onde Liesel Meminger é levada para a casa de pessoas desconhecidas, pelo motivo de sua mãe ser comunista, na viagem para a casa dos seus novos pais ela recebe a primeira visita da Morte, que vai buscar seu irmão, mas a morte a veria ainda mais duas vezes. Hans e Rosa Hubermann são duas pessoas simples que vivem na casa número 33 da rua Himmel.
Eu amei esse livro, então sou um pouco suspeito para falar sobre. Uma coisa que chamou minha atenção foi que o livro começa com Liesel aos 9 anos e termina com a garota aos 14. Devo admitir, o livro é lento, não só no começo, mas também no meio, apesar de ser um pouquinho mais rápido, mas eu digo: vale apena insistir.

Essa foi minha resenha do livro de Markus Suzak, espero que tenham gostado, e para mim A menina que roubava livros é um Livro de Ouro. Comentem suas opiniões sobre o post e deixem sugestões de postagens para o blog.
Vinícius Oliveira

Quando a morte conta uma história você deve parar para ler.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Coluna Especial - Animais fantásticos e onde habitam

Todos os fãs já sabem, mas como eu estava muito ocupado pirando com essa notícia não falei sobre ainda.

Animais fantásticos e onde habitam será adaptado para os cinemas, com direiti a roteiro escrito por J. K. Rowling. Não será bem uma adaptação, será um filme contando a história do autor do livro Newt Scamander, provavelmente se passará com ele descobrindo as criaturas. Mas nem tudo é um mar de rosas, o livro se passará 70 anos antes da história de Harry Potter começar, mas uma coisa que eu realmente quero que aconteça é a aparição de algum dos personagens lendo Animais fantásticos e onde habitam para seus filhos.

Eu queria ver muitos animais, mas é óbvio que nem todos aparecerão, aqui segue uma lista sobre as criaturas que quero ver:

Lethifold/Mortalha-viva
Quintaped/Quintípede
Mooncalf/Bezerro apaixonado
Augurey/Agoureiro
Graphorn/Arpéu

Eu ficaria muito feliz em ver essas criaturas, mas se eles não estiverem presentes, espero pelo menos que não coloquem sobre as Acromântula. Segundo o site do Cinepop o filme sairá em 2015, mas ainda não temos nenhuma confirmação. Espero que tenham gostado da coluna, com mais notícias, mais colunas.

Vinícius Oliveira

Resenha: A Esperança, Suzanne Collins

Primeiro queria me desculpar pela demora da resenha. Já que eu demorei para fazer a resenha, desta vez será uma resenha diferente, espero eu que diferente para melhor.

A edição da Rocco por fora continua impecável, mas por dentro ainda deixa muito a desejar, o que mais me irritou nessa edição foi a quantidade de páginas coladas, quase trinta. TRINTA! Eu fui obrigado a pegar um estilete e desgrudar as folhas, na hora em que vi isso, senti vontade de melhorar meu inglês apenas para ler a edição original.
A estória realmente é muito boa, mas uma coisa que me irritou foi as mortes. Mortes muitas vezes desnecessárias. Infelizmente não posso citar nomes. Mas ao todo a estória é excelente, apenas me deixando um pouco confuso no final.
Eu recomendo a trilogia Jogos Vorazes para todas as pessoas, principalmente para os fãs de distopias.

Na minha opinião Jogos Vorazes é uma das melhores distopias da atualidade, se não a melhor. Essa trilogia está no meu Top 10 de séries. Espero que tenham gostado da maratona de resenhas da trilogia Jogos Vorazes.
Vinícius Oliveira

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Resenha: Em Chamas, Suzanne Collins

Como prometido, estou aqui para falar sobre a continuação de Jogos Vorazes, Em Chamas. Já adianto uma coisa: esse não é meu livro favorito da trilogia.

Sinopse:
Katniss pensara que depois de vencer a edição 74 dos Jogos Vorazes, tudo ficaria bem, mas ela não sabia o quanto estava errado... no meio da turnê da vitória receber uma visita do Presidente Snow nunca é bom, principalmente se ele for lá para realizar uma ameaça.

A Estória:
Devo admitir que a estória realmente é inteligente, Suzanne Collins trabalha mais com os distritos e com a fase de treinamento antes do início dos jogos. A história acaba também em um cliffhanger, maior que o anterior, mas mesmo assim não tão grande quanto o de Dezoito Luas. Ao meu ver Jogos Vorazes é melhor que Em Chamas.

Edição Rocco:
Nada muito especial, segue o mesmo modelo de capa que o livro anterior, diagramação aceitável, tradução boa e o mesmo erro. Uma coisa que me incomodou muito foi que algumas páginas vieram grudadas, e quando digo grudadas, digo que tive que usar um estilete para separá-las, o que acabou por danificar algumas páginas do livro.


Essa foi minha resenha de Em Chamas, em breve resenharei a continuação, A Esperança. Espero que tenham gostado da resenha. Comentem!

Vinícius Oliveira

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Coluna - Assassinos Literários

Atenção: A postagem a seguir contém spoilers.

Esse post vai falar sobre assassinos, mas não assassinos comuns, irá falar sobre os mais sanguinários assassinos do mundo, os autores. Que a verdade seja dita: eles podem matar, mas nós não deixamos de amá-los. Primeiramente eu irei fazer uma lista com alguns dos principais assassinos literários.

1. George R. R. Martin
Eis aí um assassino nato. É impossível falar sobre assassinos literários sem logo pensar em Martin. As Crônicas de Gelo e Fogo já teve diversos personagens principais, a maioria deles acabaram mortos. Na minha opinião o autor que mais merece aparecer nessa lista é ele.
2. Suzanne Collins
Vemos aí uma discipula fiel a George R. R. Martin, assassina vários personagens ao decorrer da trama de Jogos Vorazes. Além de mortes ela tortura, não acredita? Pergunte para Peeta e Johanna. Além de personagens que fazem parte do plot ela adora matar figurantes a prova disso é o bombardeio do Distrito 12. Ela merece essa segunda posição.
3. J. K. Rowling
Nossa rainha realmente é uma assassina cruel, mas ao contrário dos outros dois a cima, mata apenas as pessoas que têm que morrer. Pois seus livros não se passam em constante guerra. Mas como rainha ela tem o direito de matar, infelizmente.
4. Cassandra Clare
Cassie mata sem dó nem piedade, mesmo não terminando de ler a série Os Instrumentos Mortais, pelos spoilers que li, ao longo da série eu lerei muitas mortes.
5. John Green
Nosso querido João Verde sempre mata personagens, apesar de não trabalhar com séries. Ele é o melhor exemplo de como fazer uma pessoa chorar como uma criancinha. É impossível ler algum de seus livros sem se emocionar.

Essa é minha pequena lista de assassinos literários. Na minha opinião um livro tem que ter mortes, mas será que esses autores exageram em matar? Ou matam apenas os personagens que precisam morrer? Opinem.

Vinícius Oliveira

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Resenha: Dezoito Luas

Então, eu li Dezoito Luas, o terceiro livro da série Beautiful Creatures. Minha opinião mudou muito em relação aoa outros livros. Leia a resenha:

Sinopse:
A invocação de Lena acaba ocasionando o começo do fim do mundo. Calor insuportável e gafanhotos estão destruindo Gatlin. E para piorar a situação de Ethan, mais pesadelos acontecem, dessa vez ele está lutando consigo mesmo e sempre acaba caindo, e sempre recebe a mesma mensagem " Estou te esperando".

A Estória:
Dessa vez Kami Garcia e Margareth Stohl capricharam neste volume da série, que até agora é o meu favorito. Uma das coisas que mais me "irritou" neste volume foi o final, um cliffhanger de dar medo, logo que terminei o livro tive que começar o quarto e último da série. Esse livro realmente me emocionou, principalmente a última conversa entre Ethan e Link.

Edição Galera Record:
A edição em si é muito boa, ao contrário das duas edições anteriores, elegantes e detalhadas, essa é bem mais simples, o que acho que combina com o ar do livro. A capa é muito bonita, mas nada tão especial assim.

Por esses e outros motivos o livro Dezoito Luas, diferente dos volumes anteriores é um Livro de Prata. Espero que quem leia o livro se encante da mesma forma que eu me encantei.

Vinícius Oliveira

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Resenha: Jogos Vorazes

Eis uma história distópica boa, Jogos Vorazes de Suzanne Collins. Eu já li toda a trilogia e essa semana vou resenhar os três para vocês.

Sinopse:
A civilização que conhecemos não existe mais, no lugar da América do Norte nasce Panem, uma nação formada por doze distritos comandados pela Capital e uma das formas dessa mostrar seu poder são os Jogos Vorazes, onde dois jovens entre doze e dezoito anos de cada distrito são mandados para lutar na Arena até a morte.

A Estória:
É uma narrativa bem estruturada, uma espécie de diário de Katniss. Enquanto se lê, nem dá para perceber o tempo passar. Na minha opinião é o melhor da trilogia. Mortes, está aí uma coisa que tem de sobra, não só no primeiro volume.

Edição Rocco:
O que dizer sobre a edição da Rocco? Famosa por ter capas lindas e uma péssima edição, uma coisa eu digo: talvez esse foi o menos pior trabalho da Rocco, uma diagramação boa, tradução razoável a falha está na parte de comer letras e pontuação. Mas ao todo, até que fez um bom trabalho.

Jogos Vorazes na minha opinião é um Livro de Prata. Em breve eu farei uma resenha sobre a continuação de Jogos Vorazes, Em Chamas.

Vinícius Oliveira

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Sobre Capas #1

Primeiramente me desculpem pelo atraso da coluna, mas eu tive alguns problemas que me impediram de postar. Mas vamos à postagem, hoje eu escolhi três capas, não consegui achar um feia, então peguei uma capa que eu não gosto.

Capa Bonita:

Eu não consigo explicar meu amor por essa capa, a única coisa que tenho para dizer é que ela é perfeita.

Capa Neutra:

 Uma capa legal, mas que não chega a passar a magia do livro.

Capa "Feia":

Não é que eu ache a capa feia, mas eu não entendi essa capa e não gostei. Espero que entendam.

Essa foi a primeira edição do Sobre Capas, espero que tenham gostado e semana que vem a coluna está de volta!

Vinícius Oliveira

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Resenha: Dezessete Luas

A continuação do livro Dezesseis Luas, na minha opinião um livro melhor que o primeiro. Mas não será agora que falarei sobre isso.

Edição Galera Record:
A Galera fez um bom trabalho, uma capa muito bonita, arrisco a dizer que é mais bonita que a original americana. Teve uma tradução boa, o que mais me chamou a atenção foi a música Dezessete Luas, bela tradução. Não posso falar mais sobre a edição pois a minha edição era virtual.

A Estória:
A estória é um pouco melhor que a do livro anterior. O romance fica mais forte por causa da aparição de John Breed, que desde o começo deica Ethan com ciúmes, o elemento sobrenatural também está mais presente, vemos uma variação um pouco maior de Conjuradores e Incubus. Esse volume me agradou muito mais que o primeiro.

Apesar de ser melhor que o primeiro, Dezessete Luas também é um Livro de Bronze. Muito obrigado por acompanharem a resenha até aqui.

Vinícius Oliveira

sábado, 31 de agosto de 2013

Escrevendo e Vivendo

O meu maior sonho é ir à Inglaterra e cursar literatura em alguma universidade de lá. Mas enquanto não tenho essa oportunidade, faço meus próprios projetos. Eu decidi que iria compartilhar meus textos com vocês. É óbvio que esses textos não têm nada a ver com meu livro, decidi para manter a integridade do livro. Espero que gostem de meus textos.

Vinícius Oliveira

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Resenha: A Culpa é das Estrelas

A Culpa é das Estrelas, que leitor nunca ouviu falar desse livro? Muitos dizem que é "modinha", mas eu discordo, se fosse assim Harry Potter seria modinha pois, é um livro que todo mundo conhece e gosta.

Devo admitir que meu gênero não é romance, mas John Green me conquistou com esse livro. Uma capa muito bonita, assim como a história.

Hazel Grace é uma paciente terminal e por um milagre conseguiu que seu tumor encolhesse, estava indo tudo bem até que acontece uma reviravolta e a de Hazel responde ao nome de Augustus Waters.
É uma história emocionante, não tem como não chorar, até eu que costumo não chorar muito molhei o livro com minhas lágrimas. Para mim o livro tem até um cheiro diferente dos outros da minha estante. Como Markus Zusak disse: "Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais.
Green foi muito inteligente ao criar a história. O único livro sobre câncer que superaria A Culpa é das Estrelas, seria Uma Aflição Imperial. Como eu disse a cima, as páginas desse livro tem um cheiro diferente e muito melhor que os outros da minha estante. Eu leria até a lista de compras de John Green.

A Culpa é das Estrelas para mim é um Livro de Ouro. Eu recomendo esse livro para todas as pessoas, inclusive quem assim como eu não gosta de romances.

Vinícius Oliveira

domingo, 25 de agosto de 2013

Leitores Digitais

Aqui no Brasil os livros são muito caros, a solução passa a ser os livros digitais. Algumas pessoas usam tablets e celulares, mas também existem os leitores próprios chamados e-readers. Eu conheço três boas marcas de e-readers são elas: Kobo, Kindle e Literati.
O Literati não é muito conhecido, pois não é tão bom em qualidade quanto os outros dois, ainda não é touchscreen, como o Kobo e o Kindle, mas ele tem uma vantagem: o preço. Enquanto o Kobo e o Kindle ficam em torno de 400 reais o Literati não passa de 200.
Já o Kobo e o Kindle tem uma qualidade muito superior a bateria chega a durar um mês.

Agora que você já tem o leitor falta os livros, existem duas formas de conseguir livros: comprando ou baixando. Cada um tem suas vantagens, o comprado é idêntico ao livro fisíco, já o baixado tem algumas pequenas falhas, como por exemplo: falta de pontuação, letras trocadas e letras comidas. Mas é claro que está a escolha de vocês eu particularmente baixo os livros.

E vocês baixam ou compram ebooks? Comentem suas respostas.

Vinícius Oliveira

sábado, 24 de agosto de 2013

Gênero literário: Fantasia

Hoje estou aqui para falar sobre gêneros literários, começando pela fantasia, o meu gênero favorito.
Não podemos falar de fantasia sem citar as obras de nosso rei John Ronald Reuel Tolkien, dúvido que exista alguém no mundo que nunca ouviu falar d'O Senhor dos Anéis, Tolkien escrevia sobre um gênero que ficou conhecido por Carrol e Baum, mas foi ele quem revolucionou a fantasia criando seu próprio universo e sua própria mitologia, mas é óbvio que todo rei tem uma rainha. Vocês obviamente já sabem quem é: J. K Rowling, a autora de nada mais nada menos que Harry Potter. Posso dizer que Rowling é minha mãe na literatura, até porque o livro que me transformou em um devorador foi Harry Potter. Mas é óbvio que não existem só esses mestres da fantasia existem outros entre eles: C.S. Lewis, Rick Riordan, Cassandra Clare, Christopher Paolini, entre muitos outros.

Mas afinal de contas o que é fantasia?
Tudo que que envolva magia é fantasia seja a magia de Harry Potter, a magia invisível de Percy Jackson ou os seres mágicos de Eragon. Tudo que "não existe" é considerado fantasia, o próprio nome já diz: é algo fantasioso, que faz você fantasiar sobre a história. A imaginação é o prinxipal recurso de um autor de fantasia, afinal, fantasia é um gênero que tem como objetivo aflorar a imaginação do leitor.

Na minha opinião isso é fantasia, se vocês tiverem algo mais a acrescentar ao post é só comentar.

Vinícius Oliveira

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Resenha: Dezesseis Luas

Essa é a primeira resenha do blog e eu decidi que seria sobre o livro Dezesseis Luas, porque é um livro que eu gosto muito e não é tão conhecido assim. A minha opinião sobre o livro é a seguinte:

Magia, sonhos e paixão, qual o resultado dessa mistura?  A resposta é: Dezesseis Luas. Seria un romance clichê se não fosse pelo fato de Lena Ducchannes ser uma conjuradora.
Ethan vem tendo sonhos estranhos com uma garota, ela está caíndo, ele tentando ajudar, mas ela cai, como todas as outras vezes. A história é boa, eu gostei muito, a não ser por um motivo:  achei o final um pouco confuso. Tirando essa parte é um bom livro, eu recomendo para todos que gostam de fantasia e romance.

Eu criei um método de classificação para os livros que eu resenharei é a seguinte:

Livro de Ouro
Livro de Prata
Livro de Bronze
Livro de Chumbo
Livro de Pedra

O livro Dezesseis Luas é um Livro de Bronze, apesar de ser bom não conseguiu realmente me encantar. Espero que tenham gostado da resenha.

Vinícius Oliveira

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

5 dicas para organizar sua estante

Hoje vou dar à vocês 5 dicas para organizarem  suas estantes, sejam elas pequenas ou grandes. Eu utilizo essas dicas e espero que elas ajudem vocês.

1 -  Existem muitos tipos de organização de estantes. Exemplos: Organizar por ordem alfabética, por autor ou igual a minha por tamanho dos livros.

2 - Deixem os livros na vertical, se deixar na horizontal não empilhe-os , nunca deixe os livros na diagonal.

3 - A estante não serve apenas para guardar os livros, faça comp eu enfeite-a com marcadores de páginas ou algum outro item, no meu caso eu tenho uma réplica da varinha do Harry.

4 - Deixe a estante sempre arejada, mas nunca deixando o Sol bater nos livros, pois pode danificar as capas.

5 - Aproveite ao máximo o espaço da estante, uma coisa que eu faço é colocar um livro em cima do outro, mas é óbvio que eu não irei colocar As Crônicas de Nárnia em cima de Harry Potter e a Pedra Filosofal.

Espero que vocês usem muito bem essas dicas. E deixem suas estantes bonitas e organizadas.

Vinícius Oliveira

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Sobre Capas

Eu estava pensando: "Existem milhares de livros e obviamente esses livros tem capas", então decidi criar uma coluna sobre as capas dos livros. A coluna irá funcionar da seguinte forma:
Uma vez por semana eu postarei três capas de livro, uma bonita, uma razoável e uma feia (lembrando que é de acordo com minha opinião) e comentarei sobre elas, a coluna ainda não tem dia de semana definido.
Eu espero agradar vocês com essa coluna, a primeira edição eu postarei sexta ou sábado. E lembrete: Shadowhunter a estreia é amanhã, vejo vocês no cinema!

Vinícius Oliveira
 

domingo, 18 de agosto de 2013

Crítica: O Mar de Monstros

Decidi que o primeiro post do blog seria sobre o filme da minha saga favorita, Percy Jackson e os Olimpianos! Lembrando que há spoilers do filme. Essa é minha opinião sobre o filme:

Um filme excelente, como adaptação nem tanto... começando do começo: cadê a escola? Cadê o Tyson amigo do Percy? E cadê os lestrigões? Essas partes simplesmente foram excluídas do filme. O filme começa com o Percy no acampamento disputando uma prova boba com a Clarisse, que ele por sinal, perde. Logo depois Sr. D e Quíron o chamam para conversar e lá está Tyson, que entrou no acampamento já sabendo de tudo. Daí o filme ocorre normalmente, Clarisse ganha a missão, Percy, Annabeth, Tyson e Grover fogem do acampamento (É Grover não foi capturado, ainda não.). Eles chegam ao Princesa Andrômeda e aí vem uma falha, Luke os prende em uma cela, e você pensa se Tyson quebrou uma parede em A Batalha do Labirinto, o que são algumas grades? É mas, no final é o Percy que acaba salvando o Tyson e a Annabeth (lembrando que o Grover já foi capturado, por Chris Rodriguez). Eles finalmente chegam no Mar de Monstros e são engolidos pela Caríbdis e acham a Clarisse lá dentro, e é ela quem os ajuda a fugir de lá de dentro. Beleza, aí chegamos ao final do filme, eles conseguem o Velocino e aí acontece a parte mais desnecessária da história da Fox, Cronos ressuscita. Eu não entendi a necessidade disso. Então a nota final do filme foi: 7.5/10.
Essa foi minha crítica ao filme, mas eu super recomendo o filme, assistam sem medo. Se eu pudesse assistiria o filme novamente, mas infelizmente não posso. Por que? Porque o dinheiro que tenho aqui agora é para a estréia de Cidade dos Ossos, que eu também vou fazer uma crítica para vocês.

Vinícius Oliveira