domingo, 29 de setembro de 2013

Coluna - Literatura Nacional


Literatura nacional realmente é ruim? A resposta é: óbvio que não. Para falar a verdade eu fujo dos clássicos, procuro coisas novas da nossa literatura, como eu gosto de fantasia, um gênero não muito aproveitado no Brasil, fica difícil achar um livro que me agrade, mas quando encontro esse livro se torna meu queridinho. Um livro nacional que eu estou morrendo de vontade de ler, mas não posso é A Ilha dos Dissidentes, da autora Bárbara Morais. Esse foi um dos poucos livros nacionais que realmente conseguiu chamar minha atenção e com toda a certeza lerei ele até o ano que vem. Mas voltando ao assunto da coluna, a literatura brasileira é rica em diversos gêneros, mas são os clássicos que chamam a atenção lá fora, Machado de Assis, Graciliano Ramos, Paulo Coelho, entre muitos outros. Mas agora ao meu gênero favorito: fantasia, até que existem alguns bons livros, mas o que mais se destaca é a trilogia Dragões do Éter do autor Raphael Draccon, que amante de fantasia nunca ouviu falar desse livro? Acho difícil. 
A literatura brasileira é rica, só que essa riqueza não é muito bem aproveitada pelas editoras e muito menos aproveitada pelos leitores, então dê uma chance a literatura do seu país.


Vinícius Oliveira

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Coluna - Livros grossos ou finos?

Eis uma frase: Entre os livros os mais gordos são bem vistos.
Vocês concordam com essa frase? Essa frase está errada, pelo menos para mim. Do que adianta o livro ser grosso e maçante. Uma comparação: livro fino: Harry Potter e a Pedra Filosofal X livro grosso: Cinquenta tons de cinza.
Qual livro vocês acham que tem o melhor conteúdo? Uma pergunta retórica.
Mas voltando ao assunto da coluna, qual livro é melhor, o fino ou o grosso? Nenhum dos dois, já ouviram o ditado tamanho não é documento? Se o livro for bem escrito não importa o tamanho, seja um Desventuras em Série ou um Guerra dos Tronos. E também não faz diferença o tamanho do livro com o tempo de leitura. Por exemplo, O Senhor dos Anéis é um livro médio, nem grosso nem fino, já Cidade dos Ossos (Os Instrumentos Mortais) é um livro grosso. O Senhor dos Anéis (qualquer um dos três), um livro todo detalhado e trabalhado, obviamente é um livro demorado de se ler, já Cidade dos Ossos, mas rápido de se ler.
Então, na verdade, o que importa é como o livro é escrito. O que vocês acham? Concordam comigo? Comentem suas respostas e deixem sugestões de postagens para o blog.

Vinícius Oliveira

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Resenha: A menina que roubava livros

Que leitor nunca ouviu aquela piadinha: "Eu te indico 5 livros: A menina que roubava, os outros quatro ela roubou". Esse livro realmente é emocionante! Confira a resenha:

A edição da Intrínseca realmente é muito boa (levando em conta que esse foi o primeiro livro de sucesso da editora), a tradução realmente é boa, a diagramação da edição econômica (a que eu tenho) é aceitável, levando em consideração que é uma edição econômica e o que mais me chamou a atenção é que as páginas são amarelas.
A estória se passa na época da Segunda Guerra Mundial, onde Liesel Meminger é levada para a casa de pessoas desconhecidas, pelo motivo de sua mãe ser comunista, na viagem para a casa dos seus novos pais ela recebe a primeira visita da Morte, que vai buscar seu irmão, mas a morte a veria ainda mais duas vezes. Hans e Rosa Hubermann são duas pessoas simples que vivem na casa número 33 da rua Himmel.
Eu amei esse livro, então sou um pouco suspeito para falar sobre. Uma coisa que chamou minha atenção foi que o livro começa com Liesel aos 9 anos e termina com a garota aos 14. Devo admitir, o livro é lento, não só no começo, mas também no meio, apesar de ser um pouquinho mais rápido, mas eu digo: vale apena insistir.

Essa foi minha resenha do livro de Markus Suzak, espero que tenham gostado, e para mim A menina que roubava livros é um Livro de Ouro. Comentem suas opiniões sobre o post e deixem sugestões de postagens para o blog.
Vinícius Oliveira

Quando a morte conta uma história você deve parar para ler.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Coluna Especial - Animais fantásticos e onde habitam

Todos os fãs já sabem, mas como eu estava muito ocupado pirando com essa notícia não falei sobre ainda.

Animais fantásticos e onde habitam será adaptado para os cinemas, com direiti a roteiro escrito por J. K. Rowling. Não será bem uma adaptação, será um filme contando a história do autor do livro Newt Scamander, provavelmente se passará com ele descobrindo as criaturas. Mas nem tudo é um mar de rosas, o livro se passará 70 anos antes da história de Harry Potter começar, mas uma coisa que eu realmente quero que aconteça é a aparição de algum dos personagens lendo Animais fantásticos e onde habitam para seus filhos.

Eu queria ver muitos animais, mas é óbvio que nem todos aparecerão, aqui segue uma lista sobre as criaturas que quero ver:

Lethifold/Mortalha-viva
Quintaped/Quintípede
Mooncalf/Bezerro apaixonado
Augurey/Agoureiro
Graphorn/Arpéu

Eu ficaria muito feliz em ver essas criaturas, mas se eles não estiverem presentes, espero pelo menos que não coloquem sobre as Acromântula. Segundo o site do Cinepop o filme sairá em 2015, mas ainda não temos nenhuma confirmação. Espero que tenham gostado da coluna, com mais notícias, mais colunas.

Vinícius Oliveira

Resenha: A Esperança, Suzanne Collins

Primeiro queria me desculpar pela demora da resenha. Já que eu demorei para fazer a resenha, desta vez será uma resenha diferente, espero eu que diferente para melhor.

A edição da Rocco por fora continua impecável, mas por dentro ainda deixa muito a desejar, o que mais me irritou nessa edição foi a quantidade de páginas coladas, quase trinta. TRINTA! Eu fui obrigado a pegar um estilete e desgrudar as folhas, na hora em que vi isso, senti vontade de melhorar meu inglês apenas para ler a edição original.
A estória realmente é muito boa, mas uma coisa que me irritou foi as mortes. Mortes muitas vezes desnecessárias. Infelizmente não posso citar nomes. Mas ao todo a estória é excelente, apenas me deixando um pouco confuso no final.
Eu recomendo a trilogia Jogos Vorazes para todas as pessoas, principalmente para os fãs de distopias.

Na minha opinião Jogos Vorazes é uma das melhores distopias da atualidade, se não a melhor. Essa trilogia está no meu Top 10 de séries. Espero que tenham gostado da maratona de resenhas da trilogia Jogos Vorazes.
Vinícius Oliveira

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Resenha: Em Chamas, Suzanne Collins

Como prometido, estou aqui para falar sobre a continuação de Jogos Vorazes, Em Chamas. Já adianto uma coisa: esse não é meu livro favorito da trilogia.

Sinopse:
Katniss pensara que depois de vencer a edição 74 dos Jogos Vorazes, tudo ficaria bem, mas ela não sabia o quanto estava errado... no meio da turnê da vitória receber uma visita do Presidente Snow nunca é bom, principalmente se ele for lá para realizar uma ameaça.

A Estória:
Devo admitir que a estória realmente é inteligente, Suzanne Collins trabalha mais com os distritos e com a fase de treinamento antes do início dos jogos. A história acaba também em um cliffhanger, maior que o anterior, mas mesmo assim não tão grande quanto o de Dezoito Luas. Ao meu ver Jogos Vorazes é melhor que Em Chamas.

Edição Rocco:
Nada muito especial, segue o mesmo modelo de capa que o livro anterior, diagramação aceitável, tradução boa e o mesmo erro. Uma coisa que me incomodou muito foi que algumas páginas vieram grudadas, e quando digo grudadas, digo que tive que usar um estilete para separá-las, o que acabou por danificar algumas páginas do livro.


Essa foi minha resenha de Em Chamas, em breve resenharei a continuação, A Esperança. Espero que tenham gostado da resenha. Comentem!

Vinícius Oliveira

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Coluna - Assassinos Literários

Atenção: A postagem a seguir contém spoilers.

Esse post vai falar sobre assassinos, mas não assassinos comuns, irá falar sobre os mais sanguinários assassinos do mundo, os autores. Que a verdade seja dita: eles podem matar, mas nós não deixamos de amá-los. Primeiramente eu irei fazer uma lista com alguns dos principais assassinos literários.

1. George R. R. Martin
Eis aí um assassino nato. É impossível falar sobre assassinos literários sem logo pensar em Martin. As Crônicas de Gelo e Fogo já teve diversos personagens principais, a maioria deles acabaram mortos. Na minha opinião o autor que mais merece aparecer nessa lista é ele.
2. Suzanne Collins
Vemos aí uma discipula fiel a George R. R. Martin, assassina vários personagens ao decorrer da trama de Jogos Vorazes. Além de mortes ela tortura, não acredita? Pergunte para Peeta e Johanna. Além de personagens que fazem parte do plot ela adora matar figurantes a prova disso é o bombardeio do Distrito 12. Ela merece essa segunda posição.
3. J. K. Rowling
Nossa rainha realmente é uma assassina cruel, mas ao contrário dos outros dois a cima, mata apenas as pessoas que têm que morrer. Pois seus livros não se passam em constante guerra. Mas como rainha ela tem o direito de matar, infelizmente.
4. Cassandra Clare
Cassie mata sem dó nem piedade, mesmo não terminando de ler a série Os Instrumentos Mortais, pelos spoilers que li, ao longo da série eu lerei muitas mortes.
5. John Green
Nosso querido João Verde sempre mata personagens, apesar de não trabalhar com séries. Ele é o melhor exemplo de como fazer uma pessoa chorar como uma criancinha. É impossível ler algum de seus livros sem se emocionar.

Essa é minha pequena lista de assassinos literários. Na minha opinião um livro tem que ter mortes, mas será que esses autores exageram em matar? Ou matam apenas os personagens que precisam morrer? Opinem.

Vinícius Oliveira

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Resenha: Dezoito Luas

Então, eu li Dezoito Luas, o terceiro livro da série Beautiful Creatures. Minha opinião mudou muito em relação aoa outros livros. Leia a resenha:

Sinopse:
A invocação de Lena acaba ocasionando o começo do fim do mundo. Calor insuportável e gafanhotos estão destruindo Gatlin. E para piorar a situação de Ethan, mais pesadelos acontecem, dessa vez ele está lutando consigo mesmo e sempre acaba caindo, e sempre recebe a mesma mensagem " Estou te esperando".

A Estória:
Dessa vez Kami Garcia e Margareth Stohl capricharam neste volume da série, que até agora é o meu favorito. Uma das coisas que mais me "irritou" neste volume foi o final, um cliffhanger de dar medo, logo que terminei o livro tive que começar o quarto e último da série. Esse livro realmente me emocionou, principalmente a última conversa entre Ethan e Link.

Edição Galera Record:
A edição em si é muito boa, ao contrário das duas edições anteriores, elegantes e detalhadas, essa é bem mais simples, o que acho que combina com o ar do livro. A capa é muito bonita, mas nada tão especial assim.

Por esses e outros motivos o livro Dezoito Luas, diferente dos volumes anteriores é um Livro de Prata. Espero que quem leia o livro se encante da mesma forma que eu me encantei.

Vinícius Oliveira

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Resenha: Jogos Vorazes

Eis uma história distópica boa, Jogos Vorazes de Suzanne Collins. Eu já li toda a trilogia e essa semana vou resenhar os três para vocês.

Sinopse:
A civilização que conhecemos não existe mais, no lugar da América do Norte nasce Panem, uma nação formada por doze distritos comandados pela Capital e uma das formas dessa mostrar seu poder são os Jogos Vorazes, onde dois jovens entre doze e dezoito anos de cada distrito são mandados para lutar na Arena até a morte.

A Estória:
É uma narrativa bem estruturada, uma espécie de diário de Katniss. Enquanto se lê, nem dá para perceber o tempo passar. Na minha opinião é o melhor da trilogia. Mortes, está aí uma coisa que tem de sobra, não só no primeiro volume.

Edição Rocco:
O que dizer sobre a edição da Rocco? Famosa por ter capas lindas e uma péssima edição, uma coisa eu digo: talvez esse foi o menos pior trabalho da Rocco, uma diagramação boa, tradução razoável a falha está na parte de comer letras e pontuação. Mas ao todo, até que fez um bom trabalho.

Jogos Vorazes na minha opinião é um Livro de Prata. Em breve eu farei uma resenha sobre a continuação de Jogos Vorazes, Em Chamas.

Vinícius Oliveira

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Sobre Capas #1

Primeiramente me desculpem pelo atraso da coluna, mas eu tive alguns problemas que me impediram de postar. Mas vamos à postagem, hoje eu escolhi três capas, não consegui achar um feia, então peguei uma capa que eu não gosto.

Capa Bonita:

Eu não consigo explicar meu amor por essa capa, a única coisa que tenho para dizer é que ela é perfeita.

Capa Neutra:

 Uma capa legal, mas que não chega a passar a magia do livro.

Capa "Feia":

Não é que eu ache a capa feia, mas eu não entendi essa capa e não gostei. Espero que entendam.

Essa foi a primeira edição do Sobre Capas, espero que tenham gostado e semana que vem a coluna está de volta!

Vinícius Oliveira

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Resenha: Dezessete Luas

A continuação do livro Dezesseis Luas, na minha opinião um livro melhor que o primeiro. Mas não será agora que falarei sobre isso.

Edição Galera Record:
A Galera fez um bom trabalho, uma capa muito bonita, arrisco a dizer que é mais bonita que a original americana. Teve uma tradução boa, o que mais me chamou a atenção foi a música Dezessete Luas, bela tradução. Não posso falar mais sobre a edição pois a minha edição era virtual.

A Estória:
A estória é um pouco melhor que a do livro anterior. O romance fica mais forte por causa da aparição de John Breed, que desde o começo deica Ethan com ciúmes, o elemento sobrenatural também está mais presente, vemos uma variação um pouco maior de Conjuradores e Incubus. Esse volume me agradou muito mais que o primeiro.

Apesar de ser melhor que o primeiro, Dezessete Luas também é um Livro de Bronze. Muito obrigado por acompanharem a resenha até aqui.

Vinícius Oliveira